Wilker Barreto pede respeito ao direito de ir e vir do cidadão

Ver. Wilker Barreto
Ver. Wilker Barreto

Da Redação – Nesta terça-feira (20), o presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Wilker Barreto (PHS), fez um apelo a todos os segmentos para o respeito ao direito de ir e vir do cidadão e não prejudicar com uma greve ou qualquer manifestação nas ruas desta capital sem os devidos preceitos legais. Reconheceu que a situação terrível do congestionamento por conta do tráfico é difícil e qualquer aparecimento público ocasiona mais constrangimento e até situações de risco para as pessoas.

“Olhem para a cidade e não para um segmento determinado. Temos que respeitar o direito do cidadão de ir e vir em Manaus e os estados de greve ou manifestações devem ser avisados, cumprindo as normas da lei para não colocar inclusive as pessoas em situação de risco. Aqui na CMM todos são atendidos e escutamos suas demandas”, salientou Wilker Barreto.

Saúde deve ser prioridade

Segundo ele, que hoje concorre pelo seu partido ao governo do Estado, o desafio caso seja eleito será botar a máquina para funcionar. “Temos propostas concretas, isto significa diminuir gastos. Temos três bilhões de reais em contratos e muitos devem ser cortados, como frotas de carros e outros. Estamos mais preocupados com uma filarmônica que com políticas fundiárias, aplica se mal o dinheiro do estado, não há investimentos em cadeias produtivas”, destacou.

Explicou ainda que deve se aumentar a receita e diminuir os custos, movimentar a economia e as áreas a serem priorizadas será saúde, segurança, emprego e educação. “Eu faço questão de mostrar a vice que é uma mulher com experiência na área de educação”.

Vereadora Profª Jacqueline

Vice pretende executar as políticas públicas em benefício da mulher

Junto a Wilker Barreto a candidata a vice, Prof. Jacqueline (PHS), disse ser importante a participação da mulher na política. “Somos capazes de formular políticas públicas, mas as vezes somos tímidas. Eu tenho mais prática do que discurso. Sabemos que a luta é desigual, pois preenchemos a quota, mas não somos chamadas na hora das decisões”, frisou.

Ela também acredita que em meio à crise e descredito dos políticos não se pode ficar apenas criticando. “Precisamos participar para mudar esta situação para melhor. Eu gosto de trabalhar e quero contribuir um pouco mais em benefício da população e no executivo poderei fazer muito mais”, finalizou.///Mercedes Guzmán

COMPARTILHAR

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here