Vários dos novos deputados estão encrencados no Tribunal de Contas do Estado

Foto: Divulgação

De acordo com levantamento realizado no site do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), os novos deputados estaduais consagrados nas urnas de 7 de outubro de 2018 não são tão novos como apregoam. Vários deles, na verdade, são velhos conhecidos da Corte de Contas onde possuem pendências.

Números do levantamento apontam, por exemplo, seis processos sob a relatoria do conselheiro Josué Filho envolvendo a Prefeitura de Coari, da qual Mayara Pinheiro (PP) era vice-prefeita antes de se eleger a parlamentar mais votada do pleito estadual deste ano. O conselheiro Érico Desterro também detém um processo sobre prestação de contas do prefeito Adail José Figueiredo Pinheiro referente ao exercício de 2017.

Dois processos sobre a Prefeitura de Tefé, um sob a relatoria da conselheira Yara Lins e outro nas mãos do conselheiro Ari Moutinho Júnior, incomodam politicamente o deputado eleito Carlinhos Bessa (PV) já que um dos processos se refere ao seu irmão, prefeito Normando Bessa, denunciado pelo vereador Francisco Carioca Pinto por má aplicação de dinheiro público em 2018.

A conselheira Yara Lins também detém em seus cuidados um Recurso de Reconsideração da deputada eleita Therezinha Ruiz, ex-gestora da Secretaria Municipal de Educação/Semed.

O conselheiro Ari Moutinho também relata Recurso de Reconsideração sobre o processo n. 11434/2002 envolvendo Ruiz e a Semed. A parlamentar tem, ainda, um processo sobre prestação de contas cujo relator é o conselheiro Mário Mello. O processo diz respeito a Semed, exercício de 2004.

Já o conselheiro Júlio Pinheiro tem em seu poder processo sobre prestação de contas do deputado eleito Wilker Barreto, ex-presidente da Câmara Municipal de Manaus, exercício 2017. Outro processo de Wilker está nas mãos do conselheiro Júlio Cabral e se refere à prestação de contas do exercício de 2015.

Ex-gestora da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), que comandou a partir de fevereiro de 2012, a deputada reeleita Alessandra Campêlo (MDB) possui um Recurso Ordinário aguardando parecer do conselheiro Júlio Pinheiro. A bronca é o processo N. 2207/2014 com a marca Sejel.

As informações podem ser acessadas através do link de serviços do TCE-AM.

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