Superintendente do Ecad tem 10 dias para explicar cobrança a mais por “lives”

Isabel Amorim terá de explicar “a previsão legal, bem como quais são os critérios utilizados” para cobrar valores adicionais pelas “lives” ─ Foto: Dasha Horita/Divulgação

A superintendente do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), Isabel Amorim, foi notificada a explicar no prazo de dez dias à Secretaria de Cultura do governo federal “a previsão legal, bem como quais são os critérios utilizados” para cobrar valores adicionais pelas “lives” feitas por músicos e grupos. O Ecad já recebe milhões dos contratos com YouTube, Spotify, Facebook etc e decidiu cobrar mais 5% sobre valor bruto dos patrocínios, como ocorre em eventos com público. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O sucesso das lives no isolamento fez a ganância do Ecad vencer a razão e decidir fazer a cobrança adicional, e retroativa a 20 de março.

O Ecad chegou a afirmar que não se trata de uma cobrança dupla ao ignorar que a transmissão já é paga e sem ela não existiria o evento.

A notificação foi feita pelo Departamento de Registro, Acompanhamento e Fiscalização da Secretaria da Cultura, criado após a CPI do Ecad.

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