Sinésio Campos é aclamado presidente do Parlamento Amazônico pela terceira vez

(Foto: Divulgação)

O deputado Sinésio Campos (PT) foi aclamado, pela terceira vez, presidente do Parlamento Amazônico e já planeja um grande evento, no dia 4 de outubro, em Macapá, no estado do Amapá, para abordar temas como: demarcação de terras, zona franca de Manaus e migração na Amazônia.

O evento deve contar com a presença do presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, que é do Amapá.

A Assembleia Geral do Parlamento Amazônico que reconduziu o deputado foi realizada na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), na sexta-feira (20), no miniplenário Cônego Azevedo, e também elegeu a mesa diretora da entidade para o biênio 2019/2020.

Segundo o parlamentar, a ideia é que a organização assuma o protagonismo nos assuntos relacionados à Amazônia e seja o interlocutor direto das demandas junto aos poderes, em nível nacional. “O Parlamento Amazônico não será coadjuvante em relação aos assuntos relacionados com a nossa região. Vamos buscar o diálogo direto com o Executivo Federal, com o Congresso Nacional e com o Judiciário. Seremos a voz da Amazônia Legal e buscaremos parcerias internacionais”, destacou Sinésio.

O Parlamento Amazônico é um órgão colegiado formado por representantes das nove Assembleias Legislativas dos Estados que compõem a Amazônia Legal Brasileira: Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins.

Sinésio agradeceu o apoio e ressaltou a importância do Parlamento Amazônico. “Isso demonstra a unidade do grupo e reforça a nossa luta pelas pautas da Amazônia, pois cada estado tem suas particularidades. Defender os interesses da Amazônia e dos povos da Amazônia, nos mais diversos aspectos, mormente no que se refere ao desenvolvimento sustentável, com geração de produção, trabalho, emprego e renda, melhoria da educação e cultura, meio ambiente, saúde, ciência, tecnologia e inovação, transporte, habitação, saneamento, segurança, energia, e à defesa e fortalecimento da democracia, dos Direitos fundamentais e do Estado Democrático de Direito”, disse o parlamentar.

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB-MA), presidente anterior a Sinésio, conduziu os trabalhos e também falou sobre os desafios a serem enfrentados pelo sucessor.

“Temos um problema permanente com relação ao desmatamento e um tema que se avoluma a cada ano, que são as queimadas, que atingem além da Amazônia, também o Cerrado Brasileiro, por exemplo ”, citou.

O presidente da Assembleia, deputado estadual Josué Neto (PSD), falou da união em torno da defesa da Amazônia.

“O espírito maior do Parlamento Amazônico é tratar dos interesses dos povos da Amazônia, que são interesses comuns e muitas vezes esquecidos pelas outras regiões do país”, apontou.

 

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