Servidores do SAMU ameaçam parar atividades

Em reunião com a Prefeitura, servidores do Samu afirmam que não houve proposta concreta até o momento. Servidores indicam paralisação de 24h, começando a partir de hoje, em Manaus ─ Foto: Eraldo Lopes

Sem um acordo concreto, os  servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) vão até o Ministério do Trabalho para formalizar suas reivindicações. Após reunião com representante da prefeitura  de Manaus, realizada nesta quinta-feira (30), nada foi acertado. Os profissionais  reivindicam adicional de insalubridade e ameaçam  parar com o serviço por 24h , se caso o prefeito Arthur Neto, não se manisfestar sobre os pedidos.

O representante da Comissão de Trabalhores do SAMU, Denison Vilar, afirma se não houver manifestação do prefeito de Manaus, a paralisação que estavam prevista a durar 24h, a partir de 12h de sexta-feira, irá acorrer.

“Necessito para o momento, pelo menos a insalubridade, auxílio alimentação, a questão da nossa adicional noturno que estar defasado também. Para ter uma ideia a nossa insalubridade da defasada 300% por uma lei municipal. A paralisação vai acontecer se o prefeito não se manisfestar”, disse o Denison que também relata a condições que os servidores estão trabalhando.

“Nem ambulância, as vezes não tem para atuar. Agora não temos profissionais suficiente e os poucos que tem estão trabalhando dobrado com acúmulo de função”, conta o representante.

Denison revela que a reunião com o representante da prefeitura não foi positiva. Por isso, vão até o Ministério Público formalizar os pedidos.

“Eu só vou avaliar uma reunião positiva quando o prefeito parar de colocar outras pessoas que não resolvem para atender a gente. Paulino nos ouviu atentamente, sabe que nos estamos reivindicando o que de fato temos de direito, pois as reivindicação são antigas. Estamos indo ao Ministério do Trabalho, formalizar uma frente nossa, porque os sindicatos infelizmente, se tornam ausentes, entram em acordo com a secretaria e não com os servidores. Não nos representam boa parte das vezes”, afirma.

Reportagem: Lane Azevedo/A Crítica

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here