Senado deve ampliar categorias de beneficiários de auxílio de R$ 600. Veja quais

Taxistas e motoristas de aplicativos estarão entre os beneficiários do "coronavoucher", segundo projeto que está sendo elaborado no Senado. ─ Foto: Guilherme Pinto/Agência O Globo

O Senado pretende incluir nominalmente, nesta quarta-feira, pelo menos quatorze categorias como beneficiárias do auxílio emergencial de R$ 600 mensais a serem pagos pelo governo federal por três meses para minimizar os efeitos econômicos da pandemia do coronavírus. Chamado por senadores de “pacotão social”, o texto inclui outras mudanças que abrem caminho para que mais pessoas sejam atendidas.

O projeto faz parte de acordo entre senadores que viabilizou a aprovação do “coronavoucher” na última segunda-feira. Para que a proposta seguisse rapidamente para a sanção do presidente Jair Bolsonaro, os parlamentares combinaram de não fazer mudanças e apresentar um novo texto com o que gostariam de ter incluído no projeto original sobre o auxílio.

Veja as categorias incluídas:

  • os pescadores profissionais artesanais e os aquicultores;
  • os agricultores familiares registrados no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF);
  • os técnicos agrícolas;
  • os cooperados ou associados em cooperativa ou associação de catadores e catadoras de materiais recicláveis;
  • os taxistas e os mototaxistas;
  • os motoristas de aplicativo;
  • os motoristas de transporte escolar;
  • os caminhoneiros;
  • os agentes de turismo e os guias de turismo;
  • os trabalhadores das artes e da cultura, entre eles, os autores e artistas, de qualquer área, setor ou linguagem artística, incluindo intérpretes e executantes, e os técnicos em espetáculos de diversões;
  • os garimpeiros, definidos como aqueles que, individualmente ou em forma associativa, atuem diretamente no processo da extração de substâncias minerais garimpáveis;
  • os ministros de culto, missionários, teólogos e profissionais assemelhados;
  • os profissionais autônomos da educação física;
  • os sócios de pessoas jurídicas inativas, dispensada a apresentação da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS).

*Com informações da Agência O Globo

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