Rodoviária de Rio Preto há quase um ano com banheiros fechados

Rodoviária de Rio Preto há quase um ano com banheiros fechados
Rodoviária de Rio Preto há quase um ano com banheiros fechados
Rodoviária de Rio Preto há quase um ano com banheiros fechados

Funcionários, visitantes e trabalhadores que passam ou tem que ficar na Rodoviária de Rio Preto da Eva ( a 57 quilômetros de Manaus) estão enfrentando um grande problema com o fechamento dos banheiros, desde junho do ano passado, segundo informou a população ao BLOGdaFloresta.

De acordo com as pessoas, foram instalados três banheiros químicos, os quais deveriam receber manutenção e limpeza a cada dois dias na semana, mas não é o que acontece, segundo a funcionária de uma das lanchonetes instaladas dentro da rodoviária.

Marinete Rodrigues, 32, disse que às vezes os banheiros passam de três semanas sem limpeza, o que dificulta o uso dos mesmos e por isso, os passageiros que trafegam pela rodovia, deixam de usá-los e acabam se expondo ao lado de fora dos banheiros, quando necessitam do uso do banheiro.
Marinete Rodrigues, 32, disse que às vezes os banheiros passam de três semanas sem limpeza, o que dificulta o uso dos mesmos e por isso, os passageiros que trafegam pela rodovia, deixam de usá-los e acabam se expondo ao lado de fora dos banheiros, quando necessitam do uso do banheiro.

 

A reportagem flagrou o carpinteiro, Antonio Nessi, 59, vindo de trás dos banheiros públicos, o qual declarou que não tem condições de usar os banheiros químicos, por isso, sempre que precisa descer do ônibus, faz as necessidades fora dos banheiros químicos. “Não tem condições, esses banheiros são horríveis, não tem como entrar neles, por isso, sempre que passo por aqui faço xixi fora”, disse.
A reportagem flagrou o carpinteiro, Antonio Nessi, 59, vindo de trás dos banheiros públicos, o qual declarou que não tem condições de usar os banheiros químicos, por isso, sempre que precisa descer do ônibus, faz as necessidades fora dos banheiros químicos. “Não tem condições, esses banheiros são horríveis, não tem como entrar neles, por isso, sempre que passo por aqui faço xixi fora”, disse.

 

Segundo Marinete Rodrigues, por causa do problema que não é resolvido a quase um ano, as vendas tem caído na rodoviária. “Os ônibus nem param mais aqui, por causa do lamaçal que está aí atrás e também as pessoas não descem mais dos ônibus, porque muitas desciam para usar o banheiro aí aproveitavam para comprar algo para seguir viagem”, ressaltou, alegando que ônibus já ficaram atolados no lamaçal e nada é resolvido.

Para os taxistas e funcionários da rodoviária, falta empenho da direção, pois os banheiros estão prontos, mas a fossa é que não está concluída e ninguém sabe dizer o motivo de tanta demora.

Os funcionários informaram que a administração da rodoviária, já marcou quatro reuniões para conversar sobre a situação da mesma, mas não apareceu em nenhum.

Quem também disse não usar o banheiro pelas condições apresentadas, foi o pedreiro Agenor Farias, 65. “Isso aqui está uma calamidade. Os banheiros são imundos, não tem manutenção, assim, não tem como usarmos”, pontuou.
Quem também disse não usar o banheiro pelas condições apresentadas, foi o pedreiro Agenor Farias, 65. “Isso aqui está uma calamidade. Os banheiros são imundos, não tem manutenção, assim, não tem como usarmos”, pontuou.

A reportagem tentou falar com a administração da rodoviária, mas a sala estava trancada no cadeado. Segundo os funcionários, o administrador costuma aparecer uma vez no dia e tem dias que nem o rapaz que varre aparece.

 

A reportagem pode apurar de perto a insatisfação dos usuários, frequentadores e funcionários da rodoviária de Rio Preto da Eva, bem como o pedido urgente de socorro por parte do poder público.

“Na segunda-feira (17) nem o rapaz que varre apareceu, nós que limpamos aqui, porque precisamos de clientes, então fizemos a limpeza. Mas estamos abandonados aqui”, disse a funcionária de outra lanchonete da rodoviária, Marilene Farias, 43.
“Na segunda-feira (17) nem o rapaz que varre apareceu, nós que limpamos aqui, porque precisamos de clientes, então fizemos a limpeza. Mas estamos abandonados aqui”, disse a funcionária de outra lanchonete da rodoviária, Marilene Farias, 43.

“Queremos que o pode público tome uma atitude, pois estamos sendo prejudicados nas vendas e as pessoas que estão viajando também estão, porque ou tem que enfrentar o odor dos banheiros químicos ou se expor usando atrás do banheiro quando necessitam”, disse Rodrigues. ///Moara Cabral – Fotos: Áida Fernandes.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here