Prefeito acompanha serviços de infraestrutura no Hileia 1

hileia-artur-obra-01O prefeito de Manaus, Artur Virgílio Neto, esteve na tarde de ontem (30), acompanhando as obras de infraestrutura realizadas no Conjunto Hileia 1, na zona Centro-Oeste. O local está recebendo serviços de contenção para evitar novos deslizamentos como os que ocorreram no último dia 21 de outubro.  Durante a visita, ele afirmou que a prefeitura vai intensificar os serviços de microdrenagem em outras áreas de risco da cidade.

hileia-artur-obra-02Artur Neto destacou que a área não recebia serviços de drenagem há mais de 20 anos. Ele explicou que a obra feita no local foi realizada na primeira vez que ele havia sido prefeito de Manaus. Todo o trabalho feito na área afetada está sendo executada em caráter emergencial, uma vez que corria risco de novos desabamentos.

hileia-artur-obra-03A erosão ameaçava, também, prejudicar a camada asfáltica da rua 3, o que podia atingir a tubulação de água que abastece parte da zona Norte da Cidade. Os trabalhos de contenção crítica iniciaram, na última sexta-feira e até o momento, já foram utilizadas mais de 500 carradas de barro. Também serão feitos os serviços de aterro, a contenção do rip-rap e a implantação de tubulação pré-moldada, que servirá para o escoamento correto das águas da chuva. “Nós estamos trabalhando. Já usamos mais de 500 carradas de barro, vamos chegar até 1,2 mil para fazer a contenção perfeita, assim como estamos fazendo em outras áreas da cidade. Vamos intensificar as ações nesta e em outras áreas de risco. A prefeitura está solicitando empréstimos a bancos e pedimos que o Governo Federal não coloque nenhum obstáculo nisso”, comentou o prefeito.

hileia-artur-obra-05De acordo com o prefeito, o investimento será destinado aos serviços de microdrenagem. “A prefeitura quer dar uma resposta na microdrenagem, trabalhando com recursos próprios, que não são tantos, e com mais recursos que tivermos e é por isso que pedimos às agências internacionais de crédito. Queremos atuar logo, porque esse problema é muito complicado. As vidas das pessoas estão em risco”, frisou.

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