Praça da Polícia é palco de protesto contra reforma da Previdência

Mesmo com a baixa adesão de manifestantes, o presidente da Força Sindical afirmou que as atividades estão acontecendo conforme o planejado. (Foto: Winnetow Almeida)

Centrais sindicais realizaram na manhã desta sexta-feira (14), uma manifestação na Praça da Polícia, localizada no Centro de Manaus, contra a reforma da Previdência, proposta pelo governo de Jair Bolsonaro. O ato faz parte da greve geral, que acontece em várias cidades do Brasil, e teve adesão da classe petroleira do Amazonas.

Com uma faixa com a palavra de ordem, “Não mexa na minha aposentadoria”, o ato começou por volta das 9h. Mesmo com a baixa adesão de manifestantes, o presidente da Força Sindical, Vicente Filizzola, afirmou que as atividades estão acontecendo conforme o planejado. Os atos foram divididos em três partes, em Manaus: área da indústria: Refinaria Isaac Sabbá (Reman); educação: na frente da Universidade Federal do Amazonas (Ufam); e nas áreas de serviços e comércios: na Praça da Polícia.

“Temos três atos acontecendo ao mesmo tempo, mas o movimento está dentro daquilo que planejamos pela manhã. A nossa maior concentração será pela parte da tarde, a partir das 15h, na Praça da Saudade. Vamos lutar contra a reforma da Previdência, porque não existe nenhum ponto positivo nela. Queremos uma Previdência pública, justa e igualitária, além de verbas para a Educação”, afirmou Vicente.

Duas viaturas da Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM) estiveram na Praça da Polícia para auxiliar no protesto, que aconteceu de forma pacífica. O trânsito não foi prejudico na área.

Presente na manifestação, a presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Isis Tavares, destacou que a reforma da Previdência será prejudicial para os trabalhadores. Ela também criticou o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“O próprio Governo disse que só passaria recursos para Educação, se os deputados aprovassem a reforma. Isso é uma chantagem. Esta reforma será prejudicial para os trabalhadores. A propaganda que está sendo feita nas televisões pelo Governo é desleal. Sabíamos que poucos trabalhadores iriam parar hoje, porque muitos estão se sentindo intimidados pelos empresários, mas à tarde vamos fazer um grande ato, na Praça da Saudade”, convocou a representante da CTB.

fonte: acrítica

 

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