Polo Naval de Manaus pronto para sair do papel

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DA REDAÇÃO – Até junho deste ano, deve estar concluído o projeto de implantação do polo naval de Manaus, segundo projeção do grupo de trabalho responsável pela elaboração e execução do empreendimento. Além da decisão política do Governo do Estado de assumir como prioridade a instalação do polo naval, o grupo apresentou o projeto e mostrou os avanços nas articulações para garantir agilidade no cumprimento de requisitos essenciais ao funcionamento do novo distrito, como a regularização fundiária, licenciamento ambiental e referenciamento geográfico da área onde será instalado o projeto.

No que depender da determinação do Governo, o distrito naval finalmente sairá do papel, assegurou o secretário de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico Aírton Claudino, que se mostra otimista com a possibilidade de Manaus vira um grande polo da indústria naval nacional “ Estamos agora aguardando a regularização fundiária no local de terminado para que possamos colocar em pratica o projeto inicial, a área será mesmo aquela determinada na região do Puraquequara, já perdemos muito tempo, mas agora temos as condições favoráveis e vamos avançar para ter esse projeto concluído possivelmente até junho”, avaliou o secretário. Segundo Claudino, o polo naval será uma nova frente de desenvolvimento do Estado nos próximos anos.

O Amazonas detém 22 mil quilômetros de hidrovias que não são utilizadas em toda a sua capacidade e de forma profissional, destacou o deputado estadual Sinésio Campos (PT), um dos idealizadores do projeto. “A execução de um projeto elaborado a partir de estudos técnicos e científicos vai permitir o aproveitamento de todo potencial desses recursos e assim teremos a possibilidade de criarmos centenas de milhares de empregos diretos e indiretamente”, destacou o parlamentar.

A planta do futuro distrito naval já foi desenhada. Compreendendo uma área de mais de 9 mil quilômetros, na imediações do lago do Puraquequara e do centro de treinamento do Cigs. O processo para a cessão da área, pertencente ao Exército, já foi iniciado, assim como os trâmites para licenciamento e regularização. /// Kennedy Lyra

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