Paratleta de Halterofilismo do Ctara conquista prata e bronze em competição na Colômbia

Lucas Manoel (dir.) é o único amazonense a participar do Regional das Américas
O paratleta de Halterofilismo do Centro de Treinamento e Alto Rendimento da Amazônia (Ctara), Lucas Manoel dos Santos, de 16 anos, conquistou na última semana, no Regional das Américas de ParaPowerlifting, o segundo lugar na categoria Júnior (até 49kg) e a terceira colocação na categoria Adulto, ao levantar o total de 112 quilos. Compondo a Seleção Brasileira Paralímpica, o atleta conta com o apoio do Governo Amazonino Mendes, por meio da Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel).
Lucas é o atual campeão mundial da categoria Júnior (até 49 kg), e conquistou os feitos na última quinta-feira (6/12), em competição realizada na cidade de Bogotá, na Colômbia, junto da Seleção Brasileira, que foi bicampeã da modalidade. Ao todo, o Brasil somou 71 pontos, compostos pela conquista de 26 medalhas, sendo oito ouros, oito pratas e 10 bronzes.
Para o técnico que acompanhou a equipe, Getúlio Filho, que também é técnico do Ctara, a conquista brasileira do mais alto lugar do pódio paralímpico de Parapowerlifting mostra o quanto nosso país cresce na modalidade, e que o Amazonas tem uma boa representação.
“Nós estamos progredindo bastante no Parapowerlifting no Brasil. Quando fomos campeões pela primeira vez, em 2015, no México, conseguimos superar os próprios mexicanos. Neste ano, as coisas se repetiram, mas dessa vez, o feito se deu na Colômbia. Vencemos os donos da casa e ficamos em primeiro lugar, consagrando o bicampeonato. Para nós, que viemos do Amazonas, tanto eu, como técnico, e o Lucas, como atleta, conseguimos refletir o quanto crescemos e representamos bem nosso Estado. O Lucas é um esportista dedicado e com certeza ainda terá muitas conquistas. O foco agora será no mundial realizado em 2019, no Cazaquistão”, afirmou Getúlio.
Fechando com chave de ouro 2018, sendo essa a última competição do ano para Lucas, o paratleta e único amazonense a participar do Regional das Américas, ressalta a importância dos resultados e da continuidade nos trabalhos para que 2019 seja um ano de maiores realizações.
“Essa competição foi muito importante para mim, porque consegui medalhar e pude ajudar a Seleção Brasileira na pontuação final, mas eu queria mais, queria bater o recorde das Américas. Consegui esse feito ao levantar 112 quilos, mas o colombiano me superou e levantou 113 quilos, levando o ouro e garantindo a quebra de recorde. Diante disso, vou voltar aos treinos para os campeonatos que virão em 2019 e vou focar em manter meu título mundial”, finalizou.

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