O manejo para conservação das várzeas amazônicas é tema de palestra no Musa

As várzeas amazônicas abrigam uma altíssima biodiversidade
As várzeas amazônicas abrigam uma altíssima biodiversidade
As várzeas amazônicas abrigam uma altíssima biodiversidade

Conservação na mão do povo: Manejo comunitário como ferramenta para a preservação das várzeas amazônicas. Este foi o tema da palestra proferida nesta quinta-feira (31), na sede administrativa do Museu da Amazônia, bairro Aleixo. O palestrante foi João Vitor Campos e Silva, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Formado em biologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), com mestrado em ecologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), João Vítor Campos e Silva é aluno de doutorado em ecologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte/University of East Anglia – Inglaterra.

De acordo com o palestrante, os sistemas de água doce, como é o caso das várzeas amazônicas, cobrem apenas 0.8 % do da superfície terrestre. Apesar da pequena cobertura, esses ambientes abrigam uma altíssima biodiversidade e são fundamentais para o desenvolvimento das sociedades humanas. Com o rápido crescimento populacional, aliado às inovações tecnológicas de exploração de recursos, esses ambientes tornaram-se os mais ameaçados do mundo.

A palestra abordou um sistema de manejo comunitário onde as comunidades protegem os lagos e geram renda através do manejo de pirarucu e tambaqui. Esse modelo pode ser uma grande ferramenta para a conservação da biodiversidade e melhoria da qualidade de vida da população rural ribeirinha.

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