O DESTEMPERO DO DUDU E O EQUILÍBRIO DO MELO

ademir-ramos_500x333A disputa eleitoral se transformou num campo de guerra. O Dudu, o medonho, como já havia dito, anteriormente, abandonado pela Dilma resolveu partir pro tudo ou nada, principalmente, quando seus prognósticos de vencer no primeiro turno foram contrariados pela vontade do povo do Amazonas, que, por sua vez, depositou no Melo, a confiança e a esperança de disputar o segundo turno.

Com a decisão popular, o Dudu destemperou-se subiu pelas paredes, cuspindo fogo e chutando balde, partindo pra baixaria, seguindo as orientações do Lula, “que os fins justificam os meios”. Desta feita soltou os cachorros, destratando o professor Melo e reduzindo a política a pó de mico. Mal sabe ele, que nessas horas a força não basta, a ignorância e a estupidez não somam mais do que a manha, habilidade, destreza e inteligência.

A estupidez ofusca, cega, tira o Dudu do eixo e transforma-o em franco atirador enquanto a inteligência do Melo vale-se das habilidades da Raposa para confundir os caminhos do Dudu seduzindo o candidato ao precipício eleitoral.

Da violência simbólica, o Medonho partiu para o enfrentamento pessoal, desqualificando o professor Melo, na pretensão de se afirmar na força e no grito como candidato do povo do Amazonas.

 

melo

Melo 90, candidato de Artur Neto, Marcelo Ramos, Omar Aziz, Sidney Leite, Silas Câmara, Josué Neto, Alfredo Nascimento, Artur Bisneto, Henrique Oliveira e outros parlamentares comprometidos com as causas populares, bem como também lideranças dos movimentos sociais da capital do interior.

Nota-se e comprova-se também que as estratégias do Melo são diferentes política, moral e eticamente. Política porque respeita as organizações e os movimentos sociais quanto à consulta e a participação popular, primando pela legalidade e eficiência. Moral porque organiza o seu governo em respeito aos poderes constituídos e o zelo pela coisa pública de forma impessoal e transparente. Ética porque a sua conduta pauta-se na responsabilidade, respeito e dignidade.

O destempero do Dudu se traduz em violência, na força, no tapa e no grito, parte do princípio que tudo vale, afrontando, inclusive, pessoas de suas relações familiar e afetiva. Ao contrário, o Melo 90, além de candidato, é Governador do Estado tem o dever de primar pela função e zelar pela moralidade pública, condenando qualquer atrevimento e ameaça a ordem e a governabilidade no Estado do Amazonas.

Saiba que na política não basta dizer é preciso dar prova de sua honestidade e compromisso, isto não se faz por meio do rádio e TV e nem tampouco no grito.no destempero e no chute. Vote 90 e garanta um futuro sustentável pra nossa gente.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Aqui é terra de Ajuricaba, cabra macho. Não era covarde nem traiçoeiro.
    Ajuricaba é um nome Masculino. A origem do nome Ajuricaba é Tupi.
    Significa abelha feroz e indica uma pessoa que não tolera a inércia. Inovador e até excêntrico, contesta desde muito cedo todas as regras que lhe são impostas e busca sempre seus próprios caminhos.
    Assim é esse caboclinho de Eirunepé.
    Cebraga, você mexeu com um EXAME.
    SE UMA VEZ 45 É BOM, DUAS VEZES = 90 (NOVENTA NELES)

  2. O imperador do Amazonas, mais uma vez, demonstrou que se acha acima de tudo e de todos! Desrespeitou, com é de seu costume, até decisão judicial do Dr. Carlos Queiroz – Juiz Eleitoral. Não acredito que alguém do TRE ou mesmo sua presidência tenha compactuado com esta aberração, que fere de morte a moral e autoridade do judiciário eleitoral do Amazonas. É desespero do cadeirudo, que criado com papinha e mimado, não aceita ser contrariado. Dra. Desembargadora Presidente do TRE, só resta decretar a prisão deste candidato que não cumpriu ordem judicial do seu tribunal.

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