Moveleiros e madeireiros são treinados em serraria portátil

Serraria Portatil
Serraria Portátil

Trinta profissionais de movelaria e extração de madeira de Benjamin Constant, Tabatinga e Atalaia do Norte participaram nesta sexta-feira (16) de um treinamento com uma serraria portátil. O curso de capacitação divididos em dois módulos, teórico e prático, foi ministrado pela Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS) do Governo do Estado em parcerias com o Instituto de Desenvolvimento do Amazonas (IDAM), governo federal e Prefeitura de Benjamin Constant.

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O projeto de incremento do setor madeireiro no Alto Solimões faz parte do convênio celebrado entre o Governo do Estado e o Ministério da Integração, com capacitação técnica e entrega de equipamentos.

Segundo o diretor de Negócios da ADS, Fernando Guimarães que estava acompanhado do presidente do IDAM, Malvino Salvador, cada município vai receber uma serraria portátil, exceto o município de Santo Antônio do Içá, para onde serão entregues duas serrarias.

“A principal exigência é que todos os municípios tenham planos de manejo”, afirmou Fernando. Ele informou que estão em tramitação vários pedidos de plano de manejo, dos quais quinze são de Benjamin Constant.

“Estamos fazendo o treinamento para que em breve possamos estar entregando as serrarias para o corte de madeira de uma maneira mais eficiente que vão utilizar para a produção de vários produtos oriundos da madeira”, afirmou Fernando Guimarães.

O curso foi dividido em dois módulos. O primeiro, teórico, foi ministrado no auditório da Biblioteca Municipal por Marilson Rodrigo da Silva, orientando os participantes sobre os principais aspectos do equipamento e sua manutenção. O segundo módulo, prático, foi ministrado no interior da floresta da fazenda São José, onde os alunos participaram da montagem e utilização do equipamento no corte de madeira, agregando ainda na floresta, valores ao produto beneficiado.

A serraria portátil movida a gasolina é de fácil transporte e baixo custo. Com ela o madeireiro já inicia o beneficiamento ainda no local onde foi a árvore foi abatida, além de diminuir a perda e o impacto ambiental, já que não há necessidade de arrasto das toras pela floresta. // Eduardo Gomes

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