Moradores do Japim recebem atenção médica do projeto ASAS

No sábado, 31/8, os moradores do bairro Japim receberam atenção em saúde numa ação social organizada pelo projeto Amigos da Saúde em Ação Solidária (ASAS) na Igreja Pentecostal Jeová Sabaoth, na Rua Travessa S6 N 388. A atividade foi em parceria com a Associação Saúde Sem Barreiras, sendo disponibilizados serviços de clínico geral, neurologia, odontologia, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, assistência social, serviço jurídico, entre outros. Participou da atividade o conselheiro tutelar da Zona Sul 1, Álvaro Reis.

Moradores do Japim reconheceram a importância da ação social por conta da dificuldade nesta área da cidade relativa a atenção em saúde. Muitos falaram que mesmo acordando cedo, por volta das 4 horas da manhã, para pegar senha não são atendidos no Posto de Saúde. Nesta ação social houve muita procura para o serviço de odontologia especialmente para as crianças. Reclamaram da Prefeitura de Manaus quanto aos serviços de tapas buraco e iluminação para as ruas.

“Para ser atendida pelo dentista no Posto de saúde tenho que sair às 5h para pegar senha. Mesmo assim é difícil. Por isso vim na ação social”, disse Maria Celia de Souza Almeida, moradora do local há cinco anos.

O Pastor da Igreja Pentecostal Jeová Sabaoth, David de Oliveira Silva disse haver muita dificuldade para os moradores do Japim para acessaren aos serviços de atenção em saúde. “Precisam de médico e as pessoas têm que madrugar para serem atendidas. Por isso agradeço ao Dr. Israelson que atendeu a demanda”, destacou.

10 anos de trabalho da Associação Saúde Sem Barreiras

Doutor Carlos Tadeu

O diretor da Associação Saúde Sem Barreiras, Dr. Carlos Tadeu, atendeu na especialidade de neurologia. “ Trabalhamos há dez anos com pessoas que precisam de atendimento médico. Agradeço o convite do Dr. Isrelson e trabalhamos porque sabemos que o SUS não acompanha a demanda, especialmente no que se refere a especialidades como a neurologia. a maior dificuldade é marcação de consultas médicas e para realizar exames, ismo mostra que o Sisreg se encontra falho e para que a atenção básica realmente funcione tem que haver interesse dos gestores, para ter qualidade de vida os governantes tem que investir em saúde, educação e esporte”.

Reportagem: Mercedes Guzmán

 

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