Mercado imobiliário: vale mais a pena comprar ou alugar?

Para saber a resposta, o comprador tem que fazer uma simulação rápida, de acordo com um educador financeiro
Para saber a resposta, o comprador tem que fazer uma simulação rápida, de acordo com um educador financeiro

sonho da casa própria para muitos brasileiros pareceu um pouco distante após anos de recessão econômica no país. O cenário atualmente é outro, segundo especialistas. No entanto, como todo investimento, há os prós e os contras. Mas será que a época é favorável para aqueles que desejam comprar um apartamento? E o que deve valer mais a pena: adquirir um imóvel ou alugar?

A famosa bolha imobiliária não está tão grande como há alguns anos. O setor começa a ganhar forças mais uma vez. Projeções da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança apontam que a oferta para financiar um imóvel deve crescer aproximadamente 20% em 2018, conforme o G1.

Graças à redução da taxa básica de juros, o educador financeiro Reinaldo Domingos comentou que o resultado pode aliviar o bolso do consumidor, que terá parcelas mais baratas. Para o coordenador da graduação em Ciências Contábeis da Faculdade Fipecafi, George Sales, o momento é oportuno para adquirir um imóvel.

Segundo ele, duas razões aparecem como facilitadoras: preços mais baixos e crédito barato. Na primeira, avaliou, de acordo com o índice Fipe/Zap, houve queda média de 0,5% em 20 grandes regiões. Já no segundo quesito, Sales comentou que o interessado em comprar um apartamento terá os mesmos benefícios dos 35 anos para financiamento. Outro aliado, pontuou, é o juro básico de 6,75%.

Apesar das condições para a aquisição da casa própria, Sales faz alertas. “Dependendo da situação financeira de quem quiser comprar o imóvel, poderá não conseguir financiamento”, disse, acrescentando sobre a parcela do financiamento e se vale a pena comprar ou viver de aluguel.

Para saber qual opção seria mais viável, o educador financeiro Domingos recomendou que famílias façam uma simulação básica. “Se, por exemplo, você paga R$ 1 mil de aluguel e o valor da prestação for R$ 1 mil, não tenho dúvida, faça o financiamento. Se você estiver morando numa casa cujo aluguel é R$ 1 mil, mas o financiamento dessa mesma casa for, por exemplo, três vezes mais o valor do financiamento, aí você tem que pensar. Porque, às vezes, morar de aluguel faz muito mais sentido”, explicou.

(Com informações do Notícias ao Minuto)

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