Amazônia

Loja com alimentos da Amazônia dobra faturamento na pandemia

Bala de cupuaçu - Foto: Flor de Jambu

A Flor de Jambu tem a missão de tornar acessível em escopo nacional os sabores típicos da Amazônia. Há dez anos em São Paulo, sócios paraenses começaram e-commerce com produtos alimentícios da Amazônia.

Para facilitar a logística do negócio, um terceiro sócio opera do Pará. Desde 2020, a Flor de Jambu tem uma loja física, mas 70% das vendas vem da loja virtual.

Os paraenses Carol Vilanova e Bruno Rodrigues vivem há dez anos em São Paulo. Durante o período, a dupla se acostumou a trazes malas lotadas de encomendas para os amigos paulistanos.

Dessa constante, ambos perceberam a oportunidade de empreender e, em 2018, abriram a Flor de Jambu, um e-commerce só com produtos alimentícios vindos da Amazônia.

Como forma de facilitar a logística, um terceiro sócio também opera do Pará. O primeiro investimento do negócio foi de R$ 8 mil. Em 2020, a dupla abriu uma loja física em São Paulo.

Os produtos negociados pelos sócios são comprados de pequenos agricultores familiares nos estados do Amazonas, Pará e Rondônia. Por volta de 70% da vendas acontece no e-commerce, e, apesar dos riscos, o negócio dobrou de faturamento durante a pandemia.

Para comprar os produtos, basta acessar o site, as redes sociais ou o WhatsApp. A próxima ideia dos sócios é criar um canal de receitas da região amazônica.

De acordo com informações no site da Flor de Jambu, a missão da empresa é tornar acessível em escopo nacional os sabores típicos da Amazônia, comercializando produtos e ingrediente de pequenos produtores e empreendedores da região.

*Com informações de Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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