Joelson Silva cobra medidas urgentes contra preços abusivos na área da construção civil

Vereador Joelson Silva (Patriota)

O aumento nos valores de insumos como tijolo, cimento, tinta e de outros produtos essenciais na área da construção civil, levou o presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Joelson Silva (Patriota), a cobrar medidas urgentes contra os preços abusivos registrados no setor. O parlamentar utilizou a tribuna, nesta terça-feira (15), para retomar o debate acerca do assunto e destacar um problema que, além de afetar diretamente a iniciativa privada, tem provocado uma onda de desemprego na capital amazonense.

Em respeito aos trabalhadores, consumidores e lojistas, Joelson Silva ressaltou a necessidade da criação de políticas que possibilitem o reaquecimento da economia e que forneçam condições básicas para que essas pessoas possam sobreviver à crise.

“É preciso investir mais e rever o preço abusivo dos insumos, para que os grandes projetos saiam do papel e seja possível a criação de novos empregos diretos e indiretos na construção civil. Estamos tratando de um dos setores que mais gera recursos e faz a economia girar e crescer dentro da nossa cidade, do nosso estado”, destaca o vereador.

Como exemplo de que a retomada é possível, Joelson Silva citou o esforço que a Prefeitura de Manaus tem feito para manter as obras em dia por toda a cidade, em pleno período do pós-pandemia.

“Quero deixar aqui o meu reconhecimento ao trabalho da prefeitura. Estou vendo obras em todos os lugares, ela não parou. Mas, me preocupo com a iniciativa privada, pois as pessoas se programam para que possam investir, mas esbarram nesses preços absurdos dos produtos. Precisamos verificar o que pode ser feito, pois a situação é muito preocupante”, avaliou.

Valores – Atualmente, os valores cobrados nos estabelecimentos comerciais e que têm inviabilizado a realização de obras chegam a assustar. O milheiro do tijolo, por exemplo, que há pouco tempo custava entre R$ 400 e R$ 500, chega a ser vendido por mais de mil reais. Já a saca de cimento chega a ser vendida por até R$ 31.

Intervenção – A discussão encabeçada por Joelson Silva recebeu a contribuição de outros 11 vereadores e, dentro do debate, também foi salientada a influência da cotação do dólar e do preço do petróleo no preço do cimento, além de sugerida uma possível intervenção no setor oleiro (que produz o tijolo), também foram destacados.

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