Cidades

Há sete anos, acidente na Djalma Batista deixou 16 vítimas fatais

No dia 28 de março de 2014, um trágico acidente envolvendo um micro-ônibus e um caminhão mudou o destino de famílias em Manaus. O acidente que deixou 16 vítimas fatais, entre elas uma criança, uma grávida e os motoristas dos dois veículos, completa 7 anos neste domingo (28).

Foi por volta das 19h40, em uma sexta-feira, na Avenida Djalma Batista, Zona Centro-Sul de Manaus. Os dois veículos se chocaram de frente, após o caminhão caminhão caçamba, que transportava areia, estar em alta velocidade e desgovernado, segundo testemunhas.

No momento do acidente, uma vítima chegou a ser arremessada do micro-ônibus. O Corpo de Bombeiros e Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) tiveram que retirar passageiros presos entre as ferragens.

A caçamba pertencia à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf). Na época, a comoção diante da tragédia foi tão grande que a Prefeitura Municipal de Manaus decretou luto oficial de três dias na capital amazonense.

Segundo uma das testemunhas, o motorista estava correndo a mais de 100 quilômetros por hora antes de chocar com passageiros e o motorista do transporte coletivo. O micro-ônibus fazia a linha 825 (Redenção-Bairro da Paz). Nos dias posteriores, a população e as autoridades fizeram homenagens às vítimas no local do acidente.

Atualmente, no local, há uma placa em homenagem às vítimas. As vítimas são Rosângela Cardoso Costa, Robert da Cunha Moraes, Adriane da Silva Fernandes, Lincon Oliveira de Souza, Ozias Costa de Almeida, Quézia Guedes de Souza, Clarice Gomes Pires, Luis Miguel Guedes, João Jorge Duarte, Carlos Alberto da Silva, Gabriela Teles Messias, Tânia Maria da Rocha, Sebastião Alves de Araújo. O pastor Marcos Aurélio conta que perdeu o casal de tios no acidente.

“Estávamos em casa reunidos como uma noite normal em família. Minha tia entra pela porta atônita com uma foto em seu celular. Meu tio Carlos Alberto e sua esposa Rosangela aparecem em todas as fotos dos jornais, blogs e páginas da internet. No dia seguinte Manaus estava estranha e silenciosa. Eu não acredito que fizeram isso com a placa de homenagem”, disse emocionado. (EM TEMPO)

Deixe um comentário