Governo e Prefeitura não vão punir servidores que faltarem na sexta para aderir à manifestação

A greve nacional é o resultado da união de sindicatos e movimentos sociais – Divulgação
A greve nacional é o resultado da união de sindicatos e movimentos sociais – Divulgação

Por conta da greve geral, marcada para acontecer na sexta-feira (28), em protesto à reforma da Previdência Privada e Trabalhista, a Prefeitura de Manaus o e Governo do Estado afirmam que não pretendem tomar medidas punitivas aos funcionários públicos e comissionados que aderirem à manifestação.

A assessoria do governo informou que não deverá emitir nenhum comunicado a respeito do assunto, enquanto em nota, a equipe da prefeitura disse os órgãos municipais deverão funcionar normalmente na sexta-feira, 28, e que nenhuma medida prévia será tomada e a administração municipal manterá seus serviços à população manauara.

Além dos funcionários públicos, a classes de trabalhadores da construção civil, que conta com aproximadamente 25 mil operários na cidade, devem paralisar as atividades em todas as obras da capital e deve impedir o tráfego de carros e ônibus em determinadas vias.

Outro Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários de Manaus (STTR) já confirmou que deve aderir à manifestação, entretanto, Sindicato das Empresas de Transporte do Estado do Amazonas (Sinetram) ainda não foi notificado.

A greve nacional é o resultado da união de sindicatos e movimentos sociais de todo o país como uma resposta contra as mudanças previstas para a nova Previdência Social, entre elas, a alteração da que fixa idade mínima para aposentadoria em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

(DO EM TEMPO)

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