FAB realiza buscas por helicóptero que desapareceu em Novo Aripuanã

O helicóptero modelo Esquilo AS350 B2, de prefixo PT-YTJ, saía de Novo Aripuanã, no Sul do estado, a caminho de uma pousada. (Imagem: Reprodução/Internet)

Um helicóptero com quatro pessoas a bordo desapareceu na última segunda-feira (6), no município de Novo Aripuanã, no Sul do Amazonas. A aeronave faria voo em direção a uma pousada no Rio Acari, na mesma região, mas não foi mais rastreada. A Força Aérea Brasileira realiza buscas pela região.

Estavam na aeronave Esquilo AS350 B2, de prefixo PT-YTJ, o piloto e três passageiros. Familiares não souberam informar o horário aproximado do momento em que o helicóptero desapareceu e detalhes sobre o motivo da viagem também não ainda foram divulgados.

As buscas estão sendo realizadas com base em relatos de moradores da região. Na manhã desta sexta-feira (10) uma aeronave militar da FAB decolou da cidade de Manicoré para sobrevoar a região aonde o helicóptero pode ter desaparecido.

Em nota, a Aeronáutica informou que o Salvaero Amazônico, unidade da FAB responsável por coordenar buscas aéreas na região, foi notificado na quarta-feira (08) sobre o desaparecimento.

Helicóptero da FAB foi às buscas nesta sexta-feira. (Foto: Walter Filho)

“Conforme estabelecido nas normas internacionais de busca e salvamento, o Salvaero realiza, desde a notificação do desaparecimento e levantamento de dados sobre a aeronave e a apuração sobre a possível trajetória da aeronave no intuito de estabelecer as novas fases da operação e de comunicar as autoridades responsáveis”, informou a Aeronáutica.

Sem rota de voo

O tenente-coronel Helliton Silva, do Departamento Integrado de Operações Aéreas (Dioa), explicou maior dificuldade nas buscas é a falta de informações da última localização da aeronave.

“Essa aeronave decolou de Novo Aripuanã supostamente com destino a uma pousada a alguns quilômetros de distância. Mas nós constatamos que ela não tinha uma rota de voo definida, um plano definido. Isso dificulta saber exatamente qual foi o caminho percorrido por essa aeronave”, afirmou o tenente-coronel.

“Não houve uma comunicação bilateral entre o piloto da aeronave e os órgãos de controle do espaço aéreo brasileiro. Isso não significa dizer que o piloto não tentou contato, porque pode ter acontecido. Mas essa é uma dificuldade de comunicação que certamente está resultando na dificuldade da definição exata do local aonde essa aeronave ou pousou – ou veio a fazer um pouso de emergência”.

  • fonte: g1

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