Engenheiros agrônomos participam de curso de certificação fitossanitária

Foto: Divulgação

Engenheiros agrônomos, durante os dias 22 e 26 de outubro, participaram do 4° curso de Certificação Fitossanitária de Origem (CFO) e Certificação Fitossanitária Origem Consolidada (CFOC), promovido pela Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror).

De acordo com a Adaf, este treinamento foi realizado em atendimento à demanda apresentada pela Associação dos Floricultores e Produtores do Amazonas (AFPAM), com a finalidade de exportação de flores tropicais e folhagens de corte produzidas no Estado do Amazonas. Ao todo 17 profissionais participaram do curso.

Para o gerente de defesa vegetal da Adaf, Luiz Fernando, o curso teve como finalidade capacitar engenheiros agrônomos para a emissão de Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) e o Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC), relativo as pragas presentes: Moko da bananeira – Ralstonia solanacearum raça 2 e Sigatoka negra – Mycosphaerella fijiensis.

“Essa certificação fitossanitária atende uma instrução normativa do ministério da Agricultura  pecuária e abastecimento (Mapa), comentou Luiz Fernando.

Avaliação – Para consolidar este trabalho, nesta sexta-feira (26/10), os atores envolvidos participaram de uma avaliação de rendimento. Os candidatos aprovados estarão habilitados para emitirem o Certificado Fitossanitária de Origem (CFO) e Certificado Fitossanitário de Origem Consolidada (CFOC). A emissão desses documentos será restrita à estes profissionais habilitados pela Adaf, órgão de defesa no Amazonas.

Sobre o CFO e CFOC – O CFO e o CFOC  atestam a origem e sanidade das partes vegetais. Com base no CFO e CFOC, os fiscais da Adaf emitem a Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV), documento que autoriza o trânsito interestadual. 

Programação do curso – A programação do curso contou  com aulas teóricas ministradas no auditório da Adaf, atividades práticas no campo experimental, onde os alunos puderam observar como funciona o controle e monitoramento e identificação das respectivas pragas, além da fundamentação da parte de reconhecimento das doenças no laboratório de fitopatologia da Embrapa Amazônia Ocidental. Os profissionais visitaram também a área de produção de flores tropicais e folhagens de corte da Associação dos Floricultores e Produtores do Amazonas (AFPAM), na Rodovia BR-174 KM 94.

“Quem são mais beneficiados são os produtores rurais, porque agora terão técnicos habilitados para atender o processo de certificação. Com essa certificação amplia mercado, oportuniza também aos profissionais uma outra demanda de trabalho. Os produtores poderão colocar o seu produto sem restrição fitossanitária para exportação”, destacou Alonso Lamas, auditor fiscal federal agropecuário do Mapa, um dos instrutores do treinamento.

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