Corecon apresenta demandas ao Congresso para RMM

 

Conselho Regional de Economia do Amazonas.
Conselho Regional de Economia do Amazonas.

Um relatório com as demandas dos municípios da Região Metropolitana de Manaus (RMM) contemplados na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 022/2010, será encaminhado pelo Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon/AM) ao Congresso Nacional e ao governo do Estado.

A proposta estende os incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus ao Careiro da Várzea, Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, Novo Airão, Presidente Figueiredo e Rio Preto da Eva.

O documento é resultado da reunião realizada no dia 25 de julho, na sede do conselho, com empresários e economistas especializados em Polo Industrial de Manaus, informou hoje o presidente do Corecon/AM, Marcus Evangelista. “Elencamos as principais necessidades dos empresários e deficiências estruturais dos municípios para que parlamentares e o Poder Executivo possam tomar providências de acordo com a viabilidade de cada competência”, disse.

Como principais deficiências estruturais nos municípios da RMM beneficiados pela PEC 022/2010 estão o abastecimento de energia elétrica, comunicação digital (internet), porto, aeroporto e estradas. Sobre a energia, foi observado o alto custo do kilowate/hora, os constantes blecautes e a falta de energização em áreas que seriam mais recomendadas para a instalação de polos industriais dentro de cada município que forma a RMM.

Em relação à estrutura de portos e aeroportos, criticou-se a operacionalização do porto e aeroporto de Manaus, seus elevados custos e sua demora intolerável nas operações de carga e descargas, que alem de dificultar o fluxo de mercadorias que entram e saem do PIM, encarecem enormemente os custos dessa operação, o que também se estende de forma dobrada ao interior do estado, elevando-se a preocupação dos participantes quanto a possibilidade de efetivar a operacionalização da RMM.

Sobre as estradas foi diagnosticado que as ligações rodoviárias internas dos municípios carecem de investimentos, reparos e de novas aberturas de vias transitáveis, formando assim, o complexo de problemas que terão que ser enfrentados para a viabilização regular da Região Metropolitana em todos os municípios citados.

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