Olimpíadas de Tóquio

COB pagará R$ 4,6 milhões de bônus para medalhistas olímpicos

Ouro e prata em Tóquio 2020, Rebeca Andrade, por exemplo, faturou R$ 400 mil. FOTO: LINDSEY WASSON / REUTERS

O Brasil fez história nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. O país quebrou o recorde de medalhas e igualou o maior número de medalhas de ouro em uma edição das Olimpíadas. Ao todo, foram 21 medalhas, sendo sete de ouro, seis de prata e oito de bronze. O número de douradas foi o mesmo da Olimpíada do Rio.

Os medalhistas serão premiados pelas conquistas em Tóquio. Em entrevista na cerimônia de encerramento, o presidente do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), Paulo Wanderley, revelou que será distribuído cerca de R$ 4,6 milhões para os 54 medalhistas (contando os atletas de esportes coletivos).

O COB estabeleceu os valores por medalhas. O ouro vale R$ 250 mil por atleta, R$ 500 mil para equipes com até seis integrantes e R$ 750 mil para equipes com sete ou mais o ouro vale R$ 250 mil por atleta, R$ 500 mil para equipes com até seis integrantes e R$ 750 mil para equipes com sete ou mais. A prata vale entre R$ 150 mil e R$ 450 mil, enquanto o bronze tem valor de R$ 100 mil a R$ 300 mil. A prata vale entre R$ 150 mil e R$ 450 mil, enquanto o bronze tem valor de R$ 100 mil a R$ 300 mil.

A ginasta Rebeca Andrade, que conquistou a medalha de ouro (R$ 250 mil) no salto e prata (R$ 150 mil) no individual geral, receberá o maior valor entre os atletas que disputam categorias individuais. Entre duplas, Martine Grael e Kahena Kunze faturaram R$ 500 mil pelo ouro na vela. Já o futebol masculino receberá o maior montante: R$ 750 mil (o valor, no entanto, será dividido entre os convocados).

Além do bônus do Comitê Olímpico Brasileiro, tem atletas que recebem uma premiação das confederações. É o caso do canoísta Isaquias Queiroz, que conquistou a medalha de ouro na canoagem de velocidade. Além dos R$ 250 mil pagos pelo COB, ele também receberá R$ 80 mil da CBCa (Confederação Brasileira de Canoagem).

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