Chico Preto cobra mais respeito com a Zona Franca

A logística dos transportes ainda é o grande entrave ao pleno desenvolvimento do modelo
A logística dos transportes ainda é o grande entrave ao pleno desenvolvimento do modelo ZFM

Líder da maioria lembra que o modelo ZFM precisa ser respeitado pelo governo federal, porque, além de gerar tributos, empregos e renda,  reduz a pressão sobre a  floresta.

O líder da maioria na Assembleia Legislativa do Estado (ALEAM), deputado Marco Antônio Chico Preto (PMN/AM), cobrou mais respeito com a Zona Franca de Manaus e lembrou que a prorrogação por mais 25 anos, por si só não vai resolver os problemas enfrentados como a falta de investimentos em infraestrutura para dar mais competitividade à produção local.

Citando um artigo publicado na segunda-feira, 05, no jornal A Crítica, de autoria do presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM), Wilson Périco, o parlamentar lembrou ainda, que a logística dos transportes ainda é o grande entrave ao pleno desenvolvimento do modelo.

Em breve pronunciamento, Chico Preto lembrou que o modelo Zona Franca de Manaus precisa de prorrogação, infraestrutura básica, respeito e segurança jurídica, para ganhar competitividade e atrair novos investimentos, indispensáveis à geração de mais empregos, renda e redução da pressão econômica sobre à floresta.

Chico Preto também cobrou uma postura correta do governo federal com o modelo, à luz da legislação vigente, e criticou as manobras colocadas em prática para inviabilizar o modelo, por parte do Munustério da Indústria e Comércio, que tem protelado a definição de projetos produtivos básucos para vários segmentos.

De acordo com o parlamentar, tal prática é nociva ao modelo Zona Franca de Manaus e à economia amazonense, porque inibe novos  investimentos no estado, responsável ainda hoje pela maior parcela de tributos federais arrecados na região.

“Temos conhecimento de produtos que aguardam há mais de quatro anos pela definição de um Processo Produtivo Básico (PPB), o que é inaceitável”, completou.

Chico Preto lembrou, ainda, que as posturas colocadas em prática pelo governo federal agridem ao empresariado que, de boa fé, faz investimentos para gerar empregos, renda e desonerar as importações de produtos acabados, e geram insegurança jurídica ao Polo Industrial de Manaus.

“O modelo Zona Franca de Manaus precisa ser respeitado pelo governo federal, porque além de gerar tributos, empregos e renda,  ele reduz a pressão sobre a nossa floresta”, completou.

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