CGE vai ao Zumbi e amplia diálogo com as comunidades

A Ouvidoria Itinerante, desenvolvida pela CGE, funciona como um canal de comunicação direto com os usuários dos serviços públicos. (Foto: Divulgação)

Regularização fundiária, melhoria na distribuição de fichas nas unidades de saúde e segurança pública foram algumas das necessidades emergenciais apontadas pelos líderes comunitários dos bairros Nova Luz, Zumbi, Zumbi 1, 2 e 3, na zona leste. As demandas foram discutidas durante encontro comunitário entre a Controladoria Geral do Estado (CGE) e o conselho comunitário do bairro Zumbi, fazendo cumprir a determinação do governador do Amazonas, Wilson Lima, de estar cada vez mais próximo do cidadão amazonense.

A ação denominada Ouvidoria Itinerante, desenvolvida pela CGE, contou com a participação de representantes das Ouvidorias Geral do Sistema de Segurança Pública e da Secretaria Estadual de Educação.

A iniciativa encheu de esperança os moradores dos bairros da zona leste. O presidente do conselho comunitário do bairro Zumbi dos Palmares, Jurandir Araújo, disse que pela primeira vez o governo vai até as comunidades para ouvir a população. “Normalmente, a gente só ouve promessa de políticos, mas, agora, com a Ouvidoria, nós nos sentimos parte da equipe, falando, reivindicando, ouvindo, e, o mais importante, fazendo parcerias que atendam não só um ou alguns grupos, mas, a comunidade toda”, comemorou.

A conselheira de saúde, Maria Odete Martins, ressaltou a importância dos órgãos públicos estaduais ouvirem de perto a população. “Só temos que agradecer a Ouvidoria do Estado. A presença da equipe é uma demonstração de que já estamos sendo respondidos. Os resultados são imediatos, como o Distrito Integrado da Polícia, que já está sendo implantado na zona leste, para reforçar a segurança dos moradores”, destacou.

Para o subcontrolador-geral de Ouvidoria, Rogério de Sá Nogueira, o encontro foi bastante produtivo. “É nosso papel, enquanto órgão central do Sistema Estadual de Ouvidorias, aproximar os usuários dos serviços públicos dos órgãos do governo e, para isso, temos que estar presentes, ouvindo, registrando e buscando soluções”, concluiu.

 

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