Avião cai no Rio Negro com cinco pessoas a bordo

Segundo testemunhas, mulher teria morrido afogada após queda do monomotor (Fotos: Divulgação)
Segundo testemunhas, mulher teria morrido afogada após queda do monomotor (Fotos: Divulgação)

Um hidroavião do Greenpeace Brasil, modelo Cessna 208, monomotor anfíbio, de numeração PR-MPE, caiu na manhã desta terça-feira (17) no Rio Negro, nas proximidades de Manaus. O acidente ocorreu por volta das 11h. A informação foi confirmada pelo Centro de Comunicação da Aeronáutica (Cecomsaer) que não pôde informar se houveram vítimas alegando que não faz  parte de sua competência. Conforme relato de testemunhas, uma pessoa teria morrido e outras quatro sobreviveram ao acidente.

O proprietário do barco “Comandante Natal”, Raul de Paula, que ajudou a desvirar o hidroavião no rio, informou que uma lancha pertencente à empresa já resgatou os sobreviventes. Segundo ele, o problema teria ocorrido no trem de pouso do avião, o qual não teria sido aberto no momento da aterrissagem.

“Demoramos quase 30 minutos para desvirar o avião na água. Os sobreviventes conseguiram sair, mas ela ficou lá dentro. O acidente foi a menos de um quilômetro do barco e ficamos assustados”, disse.

Ainda segundo ele, a suspeita é que a vítima seja uma turista européia que fazia uma viagem para o arquipélago de Anavilhanas, no município de Barcelos (a 405 quilômetros de Manaus). Ela teria morrido afogada após o avião se chocar contra a água e virar.

Segundo a Anac, o hidroavião estava em condições de voo e obedecia as normas de segurança (Foto: JetPhotos)

O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) investiga o caso.

Procurada pela reportagem, a Marinha do Brasil informou que, como o acidente ocorreu com um hidroavião, as informações serão repassadas pela FAB.

Segundo o capitão Janderson Lopes, do Corpo de Bombeiros, a corporação não foi acionada até o momento para atender a ocorrência.

Conforme consulta no site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronavegabilidade do hidroavião era considerada “normal”. O  transporte também tinha peso máximo para decolagem de 3.792kg. / Por A Crítica

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