Apreendidos mais de 200 peixes vendidos ilegalmente em Iranduba

iranduba-peixe-ilegal-apreensao-02A Polícia Civil do Amazonas, por meio da 31ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Iranduba, distante 27 Km em linha reta da capital, em parceria com o Batalhão de Polícia Ambiental, apreendeu mais de duas centenas de peixes de diferentes espécies na feira municipal da cidade. O pescado foi tomado pelos agentes de segurança por serem comercializados de forma ilegal.

As espécies foram capturadas e comercializadas em época de reprodução ou defeso, como é conhecido esse período, fato que impede por lei a prática. Durante a fiscalização feita por volta das 13hna última quarta-feira, foram recolhidos 220 pacus, 2 surubins, 1 tambaqui, além de alguns quilos de pirarucu seco.

iranduba-peixe-ilegal-apreensao-01O delegado responsável pela apreensão, titular da 31ª DIP, Paulo Mavignier, informou que ao perceberem a presença no local da guarnição policial, os donos da banca onde os peixes eram vendidos evadiram-se. “Como eles fugiram, não temos como saber a procedência dos peixes e mediante a constatação do pescado ser ilegal, a mercadoria foi apreendida e levada até a delegacia. Ao ver que o produto é perecível, agilizamos os tramites de registro da ocorrência e em seguida doamos para a entidade”, informou a autoridade policial.

Os alimentos foram doados para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), com a coordenação do delegado adjunto de Iranduba, Jeff David Mac Donald. A representante da instituição, Izabel Franci Elias, não escondeu a gratidão pelo ato, após receber a notícia do donativo. “Estamos muito contentes em começar o ano recebendo doações em grandes proporções, principalmente da Polícia Civil que é um órgão atuante nos direitos e segurança da população. Somos uma entidade filantrópica e essa ação é de extrema importância para a sobrevivência da nossa associação”, declarou Izabel.

A Polícia Civil do município continuará investigando o caso para identificar os autores da pesca e comercialização ilegal. A prática em períodos proibidos é crime, com pena que varia de 1 há 2 anos de detenção.

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