Após cassação, ex-prefeito Pongó e aliados tentam prejudicar Caapiranga

França Queiroz | Pongó | Silas Ruiz
França Queiroz | Pongó | Silas Ruiz

Desde que teve seu mandado cassado pela Justiça, o ex-prefeito de Caapiranga, município localizado a 132km de Manaus, Antônio Pongó (PMDB) tentou, a todo custo, voltar ao comando do Município, pagando milhões para escritórios caros em Manaus, mas sem êxito.

Após se conformar que a justiça não daria razão a um criminoso condenado, com setença transitada em julgado (quando não há mais chances de recorrer) Pongó parou de brigar no campo da justiça, juntou os cacos (seus últimos 2 vereadores aliados) e, agora, partiu para o ataque pessoal contra a Administração do Prefeito Interino do Município.

A primeira tática foi denunciar ao Tribunal de Contas do Estado, as ações legítimas que estão sendo realizadas em Caapiranga como: limpeza pública, recuperação de ruas, reforma do sistema de água na zona urbana e rural, reforma de escolas que estavam sucateadas, recuperação de pontes, compra de medicamentos, veículos para a saúde, compra de merenda escolar e prestação de serviços de transporte escolar, pagamentos de salários atrasados de servidores que estavam a mais de 3 meses sem receber na administração de Pongó e Canarana (vice-prefeito cassado).

Uma pesquisa realizada, recentemente no Município, demonstra que 80% (oitenta por cento) da população local aprova o trabalho do atual Prefeito Interino Francisco Braz (o Tico Braz – DEM) e que se houvesse uma eleição hoje no Município, certamente o grupo de Tico Braz sairia vencedor, com uma larga vantagem para o grupo de Pongó.

Sabedor disso, o grupo de Pongó, composto pelo próprio ex-prefeito condenado, pela sua esposa Juliana Lima (a Juju Perigosa), que sumiu com recursos de emendas repassadas ao Município e pelo “machão de rede social” Alcemir Alves, que sumiu com lanchas do Transporte Escolar, além de 2 vereadores, parentes de Pongó, França Queiroz e Silas Ruiz (ambos do PP), decidiram partir para a baixaria.

De posse de uma gravação antiga, de fevereiro de 2017, editada, onde só aparece as falas que lhes interessa, Pongó e seus 2 vereadores do PP, então, procuraram uma Tv em Manaus, para denegrir a imagem e ofender a honra do Prefeito Interino Tico Braz, que não aparece na gravação e não tem nada a ver com supostos pedidos de propina.

Pelo que se sabe, a Constituição Federal garante a inviolabilidade da honra das pessoas, não podendo serem dadas como criminosas sem o trânsito em julgado, como é o caso do que aconteceu com Pongó, condenado pela Justiça com trânsito em julgado.

O que acontece é que Pongó e sua corja, querem colocar em sua mesma vala rasa, o atual Prefeito Interino de Caapiranga, como se este estivesse cometendo algum crime, como se assumir a Prefeitura no lugar de um criminoso condenado, cassado pela justiça fosse ilegal, e não é.

Pongó deixou a Prefeitura de Caapiranga, definitivamente, em 25 de janeiro de 2018, mas como é de sua conduta, mais uma vez não prestou contas ao TCE dos recursos repassados ao Município de Caapiranga em 2017, mais de R$ 30 milhões de reais que não se sabe para onde foi.

Pongó teve recentemente a Prestação de Contas de 2011, quando ele foi prefeito em Caapiranga, reprovada. O TCE então pede, a Pongó, a devolução de quase R$ 2 milhões de reais no total, pelas inúmeras irregularidades encontradas na sua prestação de contas.

Como se vê a vida pregressa, como gestor público, não é nada confiável e repleta de condenações nos vários tribunais.

Agora Pongó se afora contra a população de Caapiranga, tentando a todo custo evitar a realização do Asfaltamento da Cidade, conseguida pela atual Administração, junto ao Governo do Estado do Amazonas.

Pongó teria acionado um senador da república, seu aliado, e dois deputados, um federal e outro estadual, também aliados, para tentar, de qualquer forma, “melar” o processo licitatório que aconteceu dia 9 de maio na CGL e evitar que o asfalto chegue em Caapiranga.

A população em Caapiranga está revoltada com as artimanhas de Pongó e já prometem ir as ruas para que Pongó e seus aliados deixem o Prefeito Interino trabalhar, como estão trabalhando. (Mário Jorge)

 

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