Adolescente é baleada com tiro na nuca após ser sequestrada

Rayssa foi sequestrada por cinco homem armados na Zona Norte de Manaus e foi encontrada viva após ser baleada na cabeça. ─ Foto: Divulgação

Rayssa Brito do Nascimento, de 14 anos, sequestrada na manhã desta terça-feira (21), na rua 45, no conjunto Mutirão, Zona Norte de Manaus, foi retirada de uma área de mata por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em uma ambulância. Ela sobreviveu a um ataque comandado pelo ex-namorado, um integrante de uma facção criminosa em Manaus, que até o momento não teve a identidade revelada.

A jovem apresenta ferimentos no corpo, entre eles a perfuração de um tiro na nuca. Rayssa contou que foi jogada em uma área de mata, no bairro Puraquequara, Zona Leste de Manaus. Câmeras de segurança, nas proximidades da casa, onde a jovem foi sequestrada, filmaram a ação dos criminosos”.

Conforme a Polícia Militar do Amazonas, a adolescente foi socorrida e conduzida ao Hospital e Pronto-Socorro da Criança da Zona Leste de Manaus.  No hospital, mesmo baleada, a adolescente estava consciente e conseguiu dar detalhes do sequestro para as enfermeiras e para a polícia.

Segundo  uma fonte policial, Rayssa contou que o sequestro teria sido motivado pelo fato dela ter namorado com um integrante de uma facção criminosa e, após o término do namoro, ter se envolvido com um integrante de uma facção rival. O atual namorado foi identificado apenas como “Cauã”.

Rayssa também informou que teria sido levada por pelo menos cinco homens armados para a área de mata e que só não teria morrido pelo fato de ter gritado, que estava grávida. A polícia não soube dizer quem encontrou Rayssa e acionou o Samu.

Mesmo baleada, a vítima conseguiu contar as enfermeiras o nome de todas as pessoas que estavam envolvidas no sequestro e inclusive o de quem atirou contra ela. Essas informações deverão auxiliar a polícia nas investigações em torno do caso.

A menina foi submetida a uma cirurgia para a retirada da bala, que ficou alojada na nuca. A família pediu à polícia que a segurança no hospital fosse reforçada temendo que os criminosos voltassem para terminar o serviço. O caso será investigado pela Polícia Civil.

fonte: EM TEMPO

 

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