7ª Corrida da Mulher Amazônica arrecada mais de 1 tonelada de leite para doação

A prova teve um percurso de 7 km, com saída e chegada na Sefaz, no bairro do Aleixo. ─ Foto: Sandro Pereira

Com mais de mil participantes, foi realizada neste domingo (8), a 7º Corrida e Caminhada da Mulher Amazônica 2020. A tradicional competição contou com diferenciais categorias, destinada para casais, funcionários da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), imprensa, deficientes físicos, auditivos e visuais. O evento arrecadou mais de uma tonelada de leite em pó para doar a diferentes instituições.

Na principal categoria da prova, a Elite Feminina, a vencedora foi Ciranilde Santos Mendes, 33, professora de Educação Física. Pela quinta vez ela participa do evento. Dessa vez, conseguiu seu objetivo. A vencedora contou a emoção de atravessar a faixa por primeira.

“Preparei-me muito, fico muito feliz em alcançar o primeiro lugar no pódio. Significa que o nosso treinamento vem dando resultado, apesar de está iniciando o ano, tem muitas competições, mas essa é diferenciada, pois é especialmente para o Dia Internacional das Mulheres”, revelou a participante que, além do troféu e medalha, recebeu R$300 e a faixa de ‘Mulher Amazônica’.

Para abrilhantar mais ainda esse dia tão especial, a Marizete Brandão, 65, miss idosa, estava mostrando que não tem idade para participar.

“Há três anos venho participando da corrida como voluntária. Esse ano estou como miss, para mostrar as pessoas que nós idosas temos tantos direitos, quanto os jovens. Nós podemos correr, dançar, passear e podemos nos empoderar cada vez mais.Eu digo para as mulheres: lutem, sejam guerreiras, não deixem ser dominadas pelo os homens, a violência esta grande, o feminicídio esta demais, vamos dizer não à violência”, enfatizou a miss idosa.

A inclusão é de mera importância para as pessoas que sofrem de algum tipo de dificuldade. O esporte, além de ajudar essas pessoas, faz os familiares tirarem forças para apoiar e entender os limites de cada um.

A cadeirante, Carolina Braga, 23, completou a sua sexta corrida, juntamente com o seu pai, José Braga, 45. A participante comentou a sensação de liberdade que toma em sua mente quando está na competição.

“Foram seis anos muitos importante para mim. Através da minha iniciativa, trouxeram mais meninas cadeirantes, antes não tinha. Dar medo de algumas ladeiras, mas a sensação é de ser livre, ter liberdade”, contou a cadeirante que faturou o terceiro lugar na corrida.

Com um show de solidariedade, as latas de leites doados vão serem distribuídas para diversas instituições na cidade de Manaus, trazendo sorrido para aqueles que mais necessitam.

Por ACRÍTICA

 

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